Silencio!
Cadeia física da voz, não perturbes o meu sonho! Limita-te a escolher um horizonte…
Existem momentos, em que quase esqueço… instantes absolutos de ataraxia!
Houve num outro plano, um retrato pintado pela imaginação, que fazia o tempo parar, num relógio parado no tempo…
Os sonhos amedrontavam o ser!
Tudo caminhava a bem correr, para a perfeita ilusão…
Quem ousaria eliminar tão saborosa harmonia?! Quem erradamente determinaria a origem do prazer?!
Quais explicações empíricas surgiriam, para acalmar um ego maltratado?!
No tal sonho era possível com um simples gesto, acordar!
Na verdade a razão impera!
Sonhos?! São eles… responsáveis pela saudade!
Para que, então injecta-los na nossa inocência?
Acaba-se por perder os encantos de um amor… tão verdadeiro, tão forte!
Da união natural e imortal, surge a cruel e sofrida separação!
Da intuição nascem novos planos de tempo incansáveis…sugam…
Possuem tragos loucos de paixão!
As cores serão sempre as quentes… as gélidas ficam eternamente no sonho!
quarta-feira, 14 de maio de 2008
Está escuro, e dou por mim a tactear paredes húmidas, viscosas e negras…
O escuro torna-se cada vez mais profundo, frio e doloroso!
Desta escuridão surge uma força… inexplicavelmente extasiante…
Possui-me…num canto invisível! Longe de tudo…
A noite apodera-se então das minhas mãos… e fá-las percorrer um corpo intacto de prazer…
Imagino o rosto de tal corpo…
Fica mais escuro ainda, a única coisa que consigo ver é desejo…a voar, a dançar!
Sinto o sangue a correr…
Respiro…suspiro…o inesperado acontece!
Bela e sensual… a chuva da fantasia!
O escuro torna-se cada vez mais profundo, frio e doloroso!
Desta escuridão surge uma força… inexplicavelmente extasiante…
Possui-me…num canto invisível! Longe de tudo…
A noite apodera-se então das minhas mãos… e fá-las percorrer um corpo intacto de prazer…
Imagino o rosto de tal corpo…
Fica mais escuro ainda, a única coisa que consigo ver é desejo…a voar, a dançar!
Sinto o sangue a correr…
Respiro…suspiro…o inesperado acontece!
Bela e sensual… a chuva da fantasia!
terça-feira, 13 de maio de 2008
Para ti...
Sozinha… perdida no sonho!
Rumo ao clímax da existência e … desisto…
Preciso de continuar a tentar, a existir…
Busco no horizonte sombrio a chama de meu ser!!!
Murmuro suavemente cantigas de amor, liberto vozes inquietantes…
Por trilhos deduzidos, caminho…
Sinto em mim o puro mel… a verdadeira cura!
Reflexo em tons de vida, retratos de esperança, musica da alma…
Quantas luas mais sofreram por ouvir?…
Tic-tac, tic-tac,tic-tac…
Ressuscito a cada história, continuo a existir!
Sozinha…livre no sonho!
Rumo ao clímax da existência e … desisto…
Preciso de continuar a tentar, a existir…
Busco no horizonte sombrio a chama de meu ser!!!
Murmuro suavemente cantigas de amor, liberto vozes inquietantes…
Por trilhos deduzidos, caminho…
Sinto em mim o puro mel… a verdadeira cura!
Reflexo em tons de vida, retratos de esperança, musica da alma…
Quantas luas mais sofreram por ouvir?…
Tic-tac, tic-tac,tic-tac…
Ressuscito a cada história, continuo a existir!
Sozinha…livre no sonho!
domingo, 11 de maio de 2008
Black
Mania de olhar... deixa-me sozinha!
Mostra-me então de que matéria és feito... revela-te!
Ousas desafiar a minha essência,consomes minha alma deixas meu corpo intacto!
Provocas a minha raiva... chamas a minha paixão... exiges a minha liberdade!
Quem te julgas?! um soberano caçador de máscaras?
Dou -te com a vida todas as peças do puzzle, todos os disfarces e todos os loucos... e tu?
Dar-me-ás tudo aquilo que mais desejo... sem nunca to pedir...
Anjo negro meu amado!
jack
Lembraste daquele luar?...
Na noite carnal, gritaste… e voaste!
Senti em mim o toque de veludo da tua alma! Fizeste-me sentir o gosto de ser especial… mas não ficas!
Sofro de prazer… desejo tudo e todos, como que uma fome que aniquila!
O limite aprisiona-me a um plano sombrio, de presença moribunda…
Aguardo…
Vou vivendo…
Compreendo por fim porque quiseste voar sozinho…
Na noite carnal, gritaste… e voaste!
Senti em mim o toque de veludo da tua alma! Fizeste-me sentir o gosto de ser especial… mas não ficas!
Sofro de prazer… desejo tudo e todos, como que uma fome que aniquila!
O limite aprisiona-me a um plano sombrio, de presença moribunda…
Aguardo…
Vou vivendo…
Compreendo por fim porque quiseste voar sozinho…
Saudade infinita de te ter!
Horizontes ilusórios prendem-me a um desejo, a uma vontade de me dar ao amor…
Ser possuída por mil prazeres!
Meus gestos denunciam-me… declaram e gritam por dentro que te quero, sem mesmo ter certeza da eternidade!...
Mas tudo não passa da ânsia interior de viver… desespero e enlouqueço…
Sonho! E vivo histórias imaginadas, sofro!
Penso! E duvido do meu ser…
Espero por sinais… quero mais!
Murmuro para mim tudo aquilo que espero de ti!
Ouso desafiar o sentimento da tormenta, e embelezo os desprazeres de mim…
E no fundo jogo sozinha…
Ser possuída por mil prazeres!
Meus gestos denunciam-me… declaram e gritam por dentro que te quero, sem mesmo ter certeza da eternidade!...
Mas tudo não passa da ânsia interior de viver… desespero e enlouqueço…
Sonho! E vivo histórias imaginadas, sofro!
Penso! E duvido do meu ser…
Espero por sinais… quero mais!
Murmuro para mim tudo aquilo que espero de ti!
Ouso desafiar o sentimento da tormenta, e embelezo os desprazeres de mim…
E no fundo jogo sozinha…
Boa noite feiticeira
O silêncio evapora, esfumaça, dispersa…Não me lembro de chegares, nem tão pouco de partires!Tão breve… e nem o toque tão profundo me deu o contentamento de sentir a possessão!Mil rostos, vários personagens, inúmeras histórias, e sempre… sempre o mesmo fim! Qual borboleta desorientada a vaguear pelos cofins da natureza da paz!!!Que falsa passagem, essa a tua! Que ilusão… a de pensar que ganhei…Afinal quem serás tu?! Que forma tens?! E porque te amo tanto?! Que mistério é este?!Vejo-te e revejo-te nas poças de água, que o temporal de desenfreadas emoções, insiste em persistir no seu fim…E a vontade é tanta que não me entristece a impaciência de não saber para que lado devo olhar!E assim vivo! Respiro, anseio, desejo…Revela-te, mostra-te! Solta a tua essência e dá-me um pouquinho de sossego…Garante à minha alma a possessão de saber que te amo, e que tudo está para lá de um desengano!
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