segunda-feira, 27 de outubro de 2008

Prisão

Encadeiam-se... quem sabe eu voltei. Toda a força que alguém me deu, condena-me à prisão...
O alivio é um estranho... e não me quer!
Preto no branco, diziam lá atrás da porta!
Esqueço, apago tudo em mim e tento...
E em mim cresce desejo... e condeno-me à prisão!
Agora sei que é parte de mim... agora sei como soube bem!
Agora sei que não sigo só na solidão... e condeno-me à prisão...
Provoco ansia em mim e em quem o quiser!
E as lutas começam! e comigo levo todas as estrelas!
E é só mais um começo...
E o fim só o é, por força do desejo. E amanhã, procuro de novo qualquer coisa em mim!
E tento de novo esquecer que tudo tem um brilho, que tudo tem vazio...
Devolvo-te a razão, isto é coisa minha...
Alma minha, leva-me de vez para só mais um começo!
E não quero desesperar por te amar! Segue-me...
Quero que estejas a meu lado sempre que seguirmos...
E deixem-me sonhar com um grande amor, mesmo que caia redonda no chão!