segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009

A culpa é da maçã!...

Mal e bem tenho me lembrado de que sou capaz de continuar... para breve está mais um nascimento... ou não... poderá ser somente um renascimento...
Não gosto de promessas,nem tão pouco de cobranças... voltarei!
Preciso de partilhar... é só o que sei!

segunda-feira, 22 de dezembro de 2008

Esquizo...bem mal...

Coragem para fugir é ter medo de ficar! É ter medo de tentar...
Pode-se imaginar vidas loucas, mas nada se sente... é o corpo que amolece e a alma que desiste...
E por mais amores pensados que encontres, a verdade é que no momento em que estás, nada mais fazes que não pensar!
E fogem de ti as emoções! Parte de ti esconde-se de ti...
E eu cá onde estou, caminho...
Sem mesmo saber se é passado o que anseio...
Eu quis conhecer-te... eu quis amar-te...

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

Retorno

Depois do amor, sou devorada pela fiel incerteza... e nem assim meus olhos param de brilhar!
Que foi este sopro que me deu a vontade?
Que foi esta loucura que me achou num beco vazio?!
E quem disse que queria este amor?
Sim é verdade... desespero!
E sozinha duvido do meu sentir, questiono a minha força... e tento à força esquecer a luz que me levantou...
E tudo é só mais um agoniante desencanto... e as memórias ferem uma vez mais o meu descontrolado ser! Mas eu espero...
Um dia a luz lembrar-se-á que minha alma foi quem denunciou o meu desejo... e saberá mais que tudo, aquilo que mais anseio...
E de novo quebram-se as muralhas e dar-me-ei sem medo!

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

10-10-20002/ 10-10-2008

Não tem figura!... Apenas uma simples essência...

Para que lado vamos?!

Onde sua sombra nos mostra aquela beleza, que sob o enfeitiçamento nos prende à fantasia!

Quantas vezes o vivemos?

Todos os instantes em que nos rendemos ao prazer de imaginar e sentir!

Outra vez amanhã!

Acordo e no primeiro instante vejo a luz dolorosa, do raiar de mais uma luta...
Esfrego os olhos e respiro intensamente! Não posso fugir!
Dou uns primeiros passos, cambaleio no meu corpo... tento contrariar os músculos, tento inexplicavelmente perder as forças, para tão simplesmente cair!
O corpo reage! Soldado fiel da mente... Por rápidos e alucinantes momentos, a recordação domina-me...
Surpreendente... mais uma angústia que me ampara!
Ainda me dá o passado, e tudo o que nele quis ser...
Daqui até à raiva, é pouco o tempo... As lágrimas insistem em ser sangue!
E eis que a altiva mente prepara mais uma caça... e mais recordações assombram o desejo e a vontade!
Saio à rua... Agora tudo o que vejo é encoberto pelo desespero que abafa o sentir!
E a dor é tão momentânea como a raiva!
Como seria feliz se pudesse controlar a dor infinita! Mas não há cura para a dor...
Amanhã tornarei a acordar! E assim vivo... até que a mente se canse de confundir a memória, o sentir e o viver!
E no fim acordo e penso: outra vez aqui!
Outra vez amanhã...

Tu...

Fazes-me pensar! Sabias disso?!
Presumo que não...
Também foges, não sou só eu!
Não consegues só sentir?!
Não pode ser nada sério...
Que interessa o resto quando estamos juntos?
Inexplicavelmente fazes-me sentir tão bem, tão livre!
Como não consegues sentir? Que medo te aprisiona à fuga?
Não deixo de pensar! Sabes isso?
Presumo que não...

quarta-feira, 12 de novembro de 2008

20-10-2000

Consegues ouvir as vozes moribundas? Cantam hinos de tristeza e dançam profecias mal criadas... São doidos!
Vestem-se de reis, falam silenciosamente como os sapos, choram adeus como as hienas e riem descontroladamente!
E são todos tão diferentes! E julgam-se tão iguais a si mesmos! São pobres felizes...
Não sabem, ainda, que ele virá para levá-los...
E cantam, dançam e riem, sem medo!
E dia acontece e todos são consumidos pela lava do vulcão sem terra...
E assim tudo acaba! Todos, nos despedimos da terra...
Acabamos... mesmo sem saber!